Revista UFO: NASA esclarece boatos apocalípticos da inversão dos pólos magnéticos da Terra
Para os cientistas da Agência Espacial Norte-Americana (NASA), porém, isso não ocorrerá. A inversão de polos é regra, não exceção, afirmam eles, e já ocorreu diversas vezes desde que existe vida na Terra. Os dinossauros e nossos ancestrais hominídeos já passaram pelo evento, que ocorreu pela última vez há cerca de 800 mil anos.
Segundo a agência, o campo magnético do planeta pode até enfraquecer durante o processo de inversão, que pode durar milhares de anos, mas não irá sumir porque é fruto do movimento incessante do núcleo da Terra.
Um artigo publicado na última semana no site da NASA [Veja 2012: Magnetic Pole Reversal Happens All The (Geologic) Time] afasta qualquer possibilidade da mudança do pólo magnético da Terra causar o apocalipse. Fonte de muitas teorias sobre o fim do mundo, essa inversão magnética não deve varrer os seres vivos da face da Terra ou mudar o eixo de rotação do planeta, diz o estudo. "Os registros fósseis não mostram nenhuma mudança dramática na vida de animais e plantas da época da última inversão", afirma o texto.
O pólo norte magnético da Terra "viaja" a 64 km por ano e já está a 1.100 km ao norte do ponto em que pesquisadores o localizaram pela primeira vez, no século 19. A velocidade do ponto para o qual apontam as bússolas tem aumentado — era de 16 km por ano no início do século 20 — e deve levar a uma inversão dos pólos magnéticos do planeta.
Hecatombe magnética?
Para pesquisadores da NASA, já não era sem tempo para que isso ocorresse, pois os campos magnéticos do planeta mudam a cada...
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